O Auditório da Escola de Administração Fazendária (ESAF), em Brasília-DF, sediará, nos dias 03 e 04 de dezembro, o Seminário Internacional Sistema sobre Informação de Custos no Setor Público. O evento tem como objetivo promover a discussão sobre mensuração de custos e destacar sua importância para a melhoria da qualidade dos gastos no setor público.
24/11/2009
Seminário Internacional discute sistemas de informações de custos no setor público
06/11/2009
Último post!
Gostaríamos de informar que a partir de hoje, todas as notícias poderão ser acessadas diretamente no SITE do Instituto Social Íris.
Aguardamos sua visita!
05/11/2009
Equipe brasileira mostra Casa Solar Flex em exposição na Espanha
A maquete e o vídeo de uma casa solar genuinamente brasileira que gera toda a energia que consome foram expostos no Fórum de Sustentabilidade Fingerplus, em Madri, na Espanha. O evento foi realizado entre 29 e 30 de outubro e, entre outras atrações, reuniu o material produzido pelas 19 equipes participantes do Solar Decathlon Europe 2010. O projeto nacional é desenvolvido pelo Consórcio Brasil, criado em setembro de 2008 para projetar a Casa Solar Flex, protótipo que vai concorrer no Solar Decathlon 2010, em Madri.
05/11/2009
Agrofloresta triplica renda de agricultores na Amazônia
Fonte: Vinícius Carvalho – Portal da RTS
Com 1.500 hectares de sistemas agroflorestais manejados por 368 famílias de agricultores e seringueiros, o projeto de Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado (Reca) foi apresentado na I Mostra de Tecnologias Sociais de Porto Velho.
Incentivados pela política de interiorização do desenvolvimento, capitaneada pelos governos militares a partir da década de 70, milhares de agricultores de todo o país migraram em busca de melhores condições de vida na fronteira da Amazônia. Um dos destinos foi o oeste de Rondônia, onde o Instituto Nacional da Colonização e Reforma Agrária (Incra) distribuía lotes de cem hectares para quem decidisse enfrentar a travessia. A seringueira e professora Aldênia dos Santos Gama, que viu os seringais onde trabalhava serem devastados para abrir as frentes agrícolas, testemunhou de perto os dilemas de quem aportou na região.
O caminho, lembra, era quase sempre o mesmo. Centenas de agricultores abriam clareiras na floresta para tentar plantar arroz, feijão, cacau, café e outras culturas que já praticavam em seus estados de origem. Em pouco tempo, a fertilidade natural própria das terras da Amazônia estava exaurida, inviabilizando a produção. O calor típico da região e o forte regime de chuvas também tolhiam logo os cultivos nos moldes em que eram trazidos do sul do país. Tudo isso, somado a sucessivos surtos de malária e à falta de infra-estrutura para escoar a produção, fez muitos deles deixarem seus lotes de volta para casa.
“Foi tudo ruim. A borracha ficou difícil porque os seringais estavam sendo cortados para a abertura dos assentamentos. E o pessoal que vinha do sul, quando chegava, logo queria ir embora porque encontrava só os ‘picadões’”, diz Aldênia em alusão às estradas abertas a foices e facões que serviram como as primeiras estradas para o interior do território amazônico.
Entre os que se negaram a voltar estava um grupo que, em julho de 1984, se estabeleceu na cidade de Nova Califórnia, às margens da rodovia BR-364, na fronteira entre o Acre e Rondônia. Antigo seringal desapropriado pelo Incra, a área serviu de base para o projeto de Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado (Reca), um dos mais amplos projetos de produção sustentável de base familiar já concebidos na Amazônia. Fundado em 1989 por migrantes com conhecimentos sobre a lavoura e seringueiros locais sabedores da floresta, o projeto é resultado desta união de saberes, que desaguou na implantação de culturas adaptadas à floresta a partir da formação de áreas de reflorestamento com cultivos econômicos amazônicos.
“Chegamos à conclusão de que esta alternativa seria a mais viável. Aí conseguimos atrair o financiamento da Cebemo [agência financiadora da Holanda]”, diz Hamilton Condack, agricultor associado ao Reca e responsável pela área de comercialização. Na prática, diz, a grande inovação foi utilizar o sistema agroflorestal (SAF) para cultivar espécies típicas da região – uma forma de uso da terra na qual se combinam espécies arbóreas lenhosas (frutíferas e madeireiras) com cultivos agrícolas e/ou animais que interagem econômica e ecologicamente. O SAF já responde por 95% da área de plantio e ocupa por lá cerca de 1.500 hectares, tendo como culturas-base espécies como o cupuaçu, a castanheira, a pupunheira e o mogno.
São três agroindústrias de beneficiamento de produtos em funcionamento. Cada estrutura possui 12 grupos, envolvendo a família dos agricultores, um líder e um coordenador para representar o Reca. A comercialização dos produtos é realizada localmente e por vendas diretas no atacado e varejo, auxiliadas por representações comerciais em São Paulo e no Rio de Janeiro. Além das vendas no Brasil, o grupo também exporta o palmito da pupunheira para a França pelo sistema de comércio justo e solidário, movimentando cerca de R$ 3 milhões por ano.
A extração, o transporte, o beneficiamento e a comercialização também são realizados de forma coletiva. A remuneração dos associados é obtida pela venda de produtos e seu valor agregado, como a polpa, a semente de pupunha selecionada, a manteiga do cupuaçu, licores, doces e geléias. Segundo estudo realizado pela Universidade Federal do Acre, a renda de quem trabalha no Reca chega a ser três vezes maior da de quem ainda pratica os sistemas convencionais de produção.
Quem garante é o agricultor Arnauld Berkembrock, de 54 anos, que em outubro de 1989 venceu três dias de viagem em cima de um caminhão de mudança, junto com a mulher e as três filhas pequenas, então com 12, 8 e 4 anos. Ele vinha de Santa Catarina e logo viu as dificuldades de reproduzir na região os plantios que praticava por lá. No lote de 100 hectares que recebeu do Incra, florescem mesmo cupuaçu, pupunha, castanha, copaíba, andiroba e mogno. “As dificuldades que a gente passa têm que fazer a gente mudar. Precisei aprender a trabalhar mais na sombra e sair do sol quente, porque se não ninguém agüenta”, conta. Hoje, seu Arnauld consegue levantar cerca de R$ 1.200 por mês com a produção.
História
No início das atividades do projeto, em 1989, o Reca só possuía uma balança comum, uma seladora, um freezer e duas tesouras para despolpar as frutas. Dona Aldênia lembra bem das primeiras dificuldades. “Fui chamada para participar da primeira reunião. Andei a pé 12 km para a instituição da assembléia”, diz a sócio-fundadora da Associação. “O seringueiro é muito solidário, mas isolado. Os sulistas já sabiam se organizar mais. A gente sabia da floresta e eles de outras coisas. O que não dava é para beber com eles o chimarrão. Aquilo para nós é uma água quente e até hoje não me atrevo a beber isso não”, brinca.
Em 1993, o grupo conseguiu implantar uma fábrica de processamento de cupuaçu e passou a beneficiar não só a polpa, como também a semente para tirar o óleo e fazer chocolate (“cupulate”). Em 1995, começaram também a comercializar a semente de pupunha, bem mais simples de beneficiar. A partir de 1999 passaram ainda a vender sementes certificadas, fiscalizadas com acompanhamento técnico e com certificado de garantia. Isso sem falar na produção artesanal do palmito de pupunha, que hoje é exportada para a França em parceria com a Associação dos Produtores Alternativos (APAOuro Preto d’oeste/RO).
“Nossa aposta foi evitar a dependência de um só produto, que diante de uma crise produtiva ou de mercado pode limitar e inviabilizar o projeto como um todo”, conta Hamilton. Por isso, diz, a diversidade tem de ir além dos frutos comercializados. “Só para o palmito de pupunha temos três tamanhos de embalagem e cinco tipos de corte”, explica.
05/11/2009
Ambientalistas pressionam e deputados recuam em anistia a desmatamento
Fonte: Robson Braga – Adital
“Acho que a mobilização que houve esta semana fez com que os próprios líderes partidários tivessem noção do que estariam fazendo”, considerou o coordenador adjunto de políticas públicas do Instituto Socioambiental (ISA), Raul do Valle.
Para ele, o Código Florestal, modificado em 2001, “não é uma lei perfeita, mas segue princípios corretos”. “O que falta são outras leis e políticas públicas que dialoguem, façam valer o código, mas são dispensadas”, criticou.
Desde a semana passada, um grupo de 14 organismos de defesa do meio ambiente pressionava a base aliada ao governo federal e, principalmente, a bancada ruralista da Câmara para que não votassem as medidas em pauta.
“Apesar de não serem maioria no Congresso Nacional, os parlamentares ligados ao agronegócio contam com a total omissão do Governo Lula para levarem adiante esse projeto”, diz uma nota divulgada ontem pelas entidades.
Para os ambientalistas, se as medidas previstas para a sessão de hoje fossem aprovadas, a proposta do Brasil para a Convenção de Copenhague, sobre redução de CO2, seria “pura encenação” e “uma fantasia”, independentemente de seu conteúdo.
05/11/2009
Professores Guarani foram encontrados mortos no Mato Grosso do Sul
Fonte: Adital
Os dois professores faziam parte de um grupo de 25 indígenas que vivem na aldeia Pirajuí e tinham voltado ao seu tekohá (território tradicional) Po´i Kuê, no dia 29 de outubro. No dia seguinte, um grupo de pistoleiros atacou os indígenas e os expulsou da área. Diversos Guarani ficaram feridos. A Polícia Federal está investigando o ocorrido.
A área indígena Po`i Kuê, ocupada hoje pela fazenda Triunfo, fica no município de Paranhos na fronteira com o Paraguai e é reivindicada pelos indígenas. Esta terra está entre as áreas a serem estudas pelos grupos técnicos de identificação de terras indígenas instituídos pela Fundação Nacional do Índio (Funai) em julho de 2008.
Os Guarani Kaiowá enfrentam a pior situação entre os povos indígenas do Brasil, apresentando altos índices de suicídio e desnutrição infantil. O confinamento em pequenas parcelas de terra é uma das razões principais para a precária situação do povo. Por exemplo, na aldeia Pirajuí – onde viviam os professores – moram cerca de 3000 pessoas em 2.118 hectares.
05/11/2009
Educação e competitividade são temas de Fórum em Salvador
Fonte: UNESCO BRASIL
Encontro reunirá especialistas do Brasil e do exterior
O Representante da UNESCO no Brasil, Vincent Defourny, abre nesta quinta-feira, 5, no Hotel Pestana Bahia, em Salvador, o Fórum dos Líderes em Educação do Brasil. O encontro tratará das tendências globais na educação, da realidade e dos desafios locais do setor e da competitividade no país.
Na abertura do Fórum, às 12h30, Defourny falará sobre “A importância da Evolução da Educação no Brasil”. Os debates, que se estenderão até a tarde, terão a participação de representantes da Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OECD), por meio de videoconferência, e do governo do Estado de Vitória, na Austrália, entre outros especialistas.
O Hotel Pestana Bahia fica na Rua Fonte do Boi, 216, Rio Vermelho. Mais

